» » » » Meriti pergunta: Onde está o dinheiro da saúde?

É isso que o prefeito Sandro Matos vai ter de explicar à Justiça
SÃO JOÃO DE MERITI- Os repasses para o setor de saúde de São João de Meriti passaram de R$ 75 milhões nos 12 meses de 2014 e, de janeiro a março deste ano, entraram nas contas do município mais R$ 8.911.431,16, a previsão do Ministério da Saúde é de que até dezembro deve ser repassado o total de cerca de R$ 80 milhões para o custeio do setor, mas nada disso é garantia de que as entidades conveniadas irão receber com regularidade pelos serviços prestados. Por conta disso uma ação civil pública poderá ser proposta ainda hoje na Justiça Federal para que pelo menos as clínicas que atendem a cerca de 540 pacientes renais crônicos recebam o que lhes é devido, para poderem continuar oferecendo o tratamento de hemodiálise, indispensável para a sobrevivência desses pacientes. Segundo estimativa do setor, a dívida do município com as unidades de saúde conveniadas passa de R$ 20 milhões, cerca de R$ 5 milhões só com as de hemodiálise.
Responsável pelo atendimento de 180 pacientes, a Policlínica Grande Rio está funcionando na base do esforço, pois não recebe há seis meses e em suas contas há um déficit de R$ 1.685.918,01, causado pelo calote da Prefeitura, que alega que os repasses chegam com atraso e que por isso atrasa também. Entretanto, dados do Ministério da Saúde revelam que todos os recursos relativos ao exercício de 2014 foram repassados em dia e os repasses do início deste ano não sofreram nenhum tipo de entrave. O problema, no entender do defensor público federal Daniel Macedo, que está acompanhando a situação de perto e cobra soluções imediatas, "o problema não é falta de dinheiro, porque a União repassou tudo para a Prefeitura".
Se as unidades conveniadas não recebem pelo serviço que prestam, as públicas, administradas pela Secretaria Municipal de Saúde, vão funcionando na base do improviso, com os servidores se esforçando para cumprirem com suas responsabilidades, pois tem faltado medicamentos e até os materiais mais básicos e não raramente os que buscam atendimento nos postos públicos são obrigados a levar de casa o necessário para um simples curativo.
via: elizeupires.

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